Agora São Paulo, 17.agosto.2009
Profissionais capacitados, com conhecimento, habilidades específicas, éticos e que façam a diferença. Essas são algumas das características que o mercado de trabalho exige dos profissionais, independentemente se, na carreira escolhida, o diploma é ou não exigido.
"O mercado está cada vez mais exigente. Faltam profissionais capacitados, que tenham formação e que continuem se aperfeiçoando, buscando cada vez mais conhecimento", afirma o presidente da Curriculum.com, Marcelo Abrileri.
Prática e técnica devem andar juntas para que, dessa forma, o profissional seja mais completo. "A graduação contribui para a formação ética do profissional. Algumas noções técnicas só são aprendidas na faculdade. A junção da prática com a técnica vai contribuir muito para a formação do profissional", diz a coordenadora-geral do Cursinho da Poli, Alessandra Venturi.
Discutir ou não a exigência do diploma, segundo os especialistas, não é o que realmente importa. "Estudar será sempre um diferencial. O mercado de trabalho valoriza o ensino", afirma o coordenador do vestibular do Anglo, Alberto Francisco do Nascimento. Os profissionais alertam que, atualmente, não adianta ter somente um curso de graduação, é necessário que o profissional esteja sempre em busca de mais conhecimento e aperfeiçoamento.
"Sem estudo, é muito difícil entrar no mercado de trabalho. Para qualquer profissão escolhida, um bom profissional está sempre se aprimorando", completa o diretor de graduação do Centro Universitário Senac, Eduardo Ehlers.
Com o aumento da competitividade, o mercado de trabalho passou a exigir, além de conhecimentos técnicos, outras habilidades dos profissionais. Capacidade de trabalhar em equipe, lidar com situações difíceis e com pessoas e ser pró-ativo também são características observadas e avaliadas nos profissionais. "O candidato precisa ser completo", afirma Abrileri.
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